Grupo de Patologia e Terapêutica Experimental

O Grupo Patologia e Terapêutica Experimental do Centro de Investigação do IPO-Porto integra 35 investigadores e dedica-se à investigação de translação clínica e laboratorial em doenças oncológicas.

As suas principais atividades são:

1) Identificar biomarcadores de diagnóstico e/ou prognóstico que permitam um tratamento mais preciso e personalizado

2) Identificar alvos terapêuticos

3) Desenvolver novos medicamentos ou formas de disponibilização mais eficazes minimizando os efeitos adversos

4) Estudar os mecanismos de resistência aos tratamentos e formas de os contornar

5) Desenvolver modelos experimentais que possibilitem o estudo de novos tratamentos contra o cancro incluindo os do foro imuno-oncológico

6) Estudar os tumores malignos associados a infecções e/ou inflamação crónica

7) Criar condições para a realização de ensaios clínicos (fase I/II) e participar nos estudos epidemiológicos associados às neoplasias malignas que estudamos

8) Implementar em associação com o Serviço de imunologia o registo do perfil imunológico dos doentes candidatos a abordagens terapêuticas no campo da imuno-oncologia para estudos ulteriores

Globalmente, as áreas com maior desenvolvimento são a oncoglicobiologia, a imuno-oncologia e o estudo das neoplasias malignas associadas a infeções.
O grupo dedica particular atenção ao desenvolvimento de modelos experimentais in vivo e à patologia comparada (patologia
oncológica veterinária) no sentido de melhor compreender o processo de transformação maligna e progressão tumoral.

Participa no ensino pré e pós-graduado. Neste contexto, tem realizado a orientação de teses de mestrado, de doutoramento e de pós-doutoramento. Anualmente, desenvolve cursos de atualização na área da oncologia de precisão, abertos à comunidade científica que têm tido elevada procura seja por investigadores, alunos de
mestrado e doutoramento e oncologistas das várias especialidades.

A divulgação da atividade científica através de publicações, em jornais com fator de impacto assinalável, tem sido consistente.
Recentemente foi patenteado um instrumento para a deteção de células tumorais circulantes em resultado da atividade de investigação do Grupo.

A pesquisa de células tumorais circulantes evoluiu desde a sua descoberta e quantificação para a caracterização e padronização de biomarcadores associados. O grupo pretende identificar aqueles que são clinicamente relevantes, o que permitirá determinar com mais rigor o curso da doença.

Os protocolos de colaboração estabelecidos com centros de investigação nacionais e internacionais, têm permitido aumentar e desenvolver o conhecimento que é produzido. No seguimento dos mesmos, o grupo mantém uma forte atividade de investigação no contexto de diferentes projectos financiados pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) de Portugal, Comunidade Europeia, tecido empresarial, entre outras entidades.

O IPO-Porto têm sido a instituição estruturante do Grupo e o farol da investigação e atividade que é realizada.

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