IPO-Porto distinguido no 16º Congresso Nacional de Oncologia

Os melhores trabalhos, em especialidades distintas, são:

Cancro do Pulmão

Padrões de tratamento e sobrevivência global de doentes com CPCNP, estadio IIIB-IV, em Portugal: análise de dados da iniciativa I-O Optimise (Dr.ª Marta Soares);

Tumores Cutâneos

Efetividade dos agentes anti-PD1 em idosos com melanoma avançado (Dr. Tiago Alpoim);

Sarcomas

Toxicidade cardiovascular do Pazopanib após tratamento com antraciclinas (Dr.ª Andreia Cruz);

Outros

Falência aguda de órgão nos doentes com cancro em tratamento antineoplástico sistémico: coorte prospetivo (Dr.ª Sara Coelho).

 

Os melhores posters, também em diferentes áreas de patologia, são:

Tumores Cutâneos – Melanoma das Mucosas: experiência da prática clínica e desafios no tratamento (Dr.ª Ana Rita Lopes e Dr.ª Ana Afonso);

Cabeça e Pescoço – Quimiorradioterapia concomitante com cisplatina nos carcinomas da cabeça e pescoço: conseguimos cumprir o esquema de referência? (Dr.ª Andreia Cruz);

Cancro da Mama – Carcinoma lobular invasor da mama do subtipo luminal HER2 negativo (Dr.ª Andreia Cruz).

Investigador distinguido com prémio “Tom Voûte Young Investigator Award”

Esta distinção, que se realizou na Holanda no 18 de novembro, acontece no âmbito do estudo “Developmental biology as a driver for uncovering clinically relevant biomarkers for pediatric and young-adult germ cell tumor patients”. Este trabalho defende que a combinação de uma adequada avaliação anátomo-patológica com o recurso às biópsias líquidas e patologia molecular são o caminho para atingir a máxima eficácia e a melhor qualidade de vida no tratamento destes doentes.
João Lobo é investigador do Grupo de Epigenética e Biologia do Cancro e médico interno de Anatomia Patológica no IPO-Porto.

Reunião internacional sobre investigação em Urologia em Portugal

Responsável pela elaboração do programa científico, Carmen Jerónimo, investigadora no IPO-Porto e membro do board da ESUR, realça “a necessidade de estabelecer pontes entre médicos e investigadores, de forma a encontrar ferramentas para o tratamento dos tumores urológicos”, adiantando que “a principal mensagem a transmitir nesta reunião será a importância da multidisciplinaridade”.

Do programa científico, Carmen Jerónimo destaca a sessão dedicada à imunoterapia, nomeadamente a palestra de Gabriel van der Pluijm, professor na Universidade de Leiden, na Holanda, que vai falar sobre a utilização de vírus oncolíticos no desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas. Na mesma sessão, Paola Arimondo, do Instituto Pasteur em Paris, irá abordar o desenho de fármacos epigenéticos e Jesus Paramio (Hospital Universitário 12 de Octobre, Madrid) falará da sua aplicação para estimulação da resposta imunológica dos tumores da bexiga. Do último dia da reunião, a responsável salienta a intervenção de Dara Hallinan, especialista em Direito no FIZ Karlsruhe – Leibniz Institute for Information Infrastructure, na Alemanha, que incidirá sobre a alteração da lei de proteção de dados na União Europeia, “uma temática que tem afetado a investigação e que gera preocupação na comunidade científica”, explica.

Relativamente à participação portuguesa, Carmen Jerónimo evidencia a palestra de Ana Charrua, investigadora na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, que incidirá sobre a relação entre as neutrofinas e a síndrome da bexiga dolorosa. Outro ponto alto deste evento será a sessão conjunta da ESUR com a EAU Section of Uropathology (ESUP), que vai abordar questões como os genes de reparação do ADN, as formas hereditárias de cancro urológico, os tumores esporádicos e as biópsias líquidas, com a coordenação do conceituado Patologista italiano Rodolfo Montironi, Diretor da ESUP.

O cancro da próstata representa a 4ª causa de morte por cancro no homem, atrás do cancro do pulmão, coloretal e estômago, sendo porém o cancro mais frequente no homem de mais de 50 anos. Em Portugal, estima-se que tenha uma incidência de 136 casos por 100 000 habitantes e uma mortalidade de 37 por 100.000 habitantes. Representa cerca de 3,2% de todas as mortes de homens no país e mais de 10% das mortes por cancro.

 

IPO assina protocolo com SPMS

Mais especificamente, vai ser criado um grupo de trabalho conjunto que analisará e acompanhará a viabilidade de adoção do Suite Hospitalar (SONHO v2 / SClínico). Pretende-se com esta medida “inovar e melhorar continuamente o sistema de informação hospitalar, uniformizar e estruturar o registo clínico oncológico e proporcionar maior segurança para os profissionais e cidadãos

João Oliveira é o novo presidente do Grupo Hospitalar IPO

Decorreu no IPO de Coimbra a primeira reunião do Conselho de Direcção do Grupo Hospitalar Instituto Português de Oncologia Francisco Gentil (GHIPOFG), na sua nova constituição.

O GHIPOFG foi criado em 2014 tendo em vista uma eficiente utilização dos recursos disponíveis, a criação de um modelo de governação comum e a contribuição para a concretização da política do SNS relativa à Oncologia.

O Conselho de Direcção do GHIPOFG é, desde 15 de Agosto presidido pelo Presidente do IPO de Lisboa, João Oliveira, reunindo também os Presidentes dos IPOs de Coimbra e do Porto, Margarida Ornelas e Rui Henrique, respectivamente.

 Nesta reunião foram discutidos, entre outros assuntos, a coordenação das atividades de prestação de cuidados de saúde, de formação de profissionais, de investigação em oncologia e de registo oncológico da responsabilidade dos hospitais do Grupo, bem como a coordenação das ações de prevenção primária, secundária e de rastreio, em colaboração com os demais serviços, organismos e entidades do Serviço Nacional de Saúde.

 

Apresentação de resultados do projeto PRO-DOSE

O projeto consistiu no desenvolvimento e validação clínica de um sistema inovador para monitorização da dose durante os tratamentos de radioterapia, em tempo real e in vivo.

Assinalando o encerramento do projeto, no dia 27 de junho, realizou-se no IPO-Porto o evento de divulgação de resultados, onde estiveram presentes 26 pessoas, na sua maioria físicos médicos e dosimetristas do IPO-Porto, mas também elementos do IPO-Coimbra, da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa, da Atomedical – Laboratórios de Medicina Nuclear e da Agência Nacional de Inovação – ANI.

João Santos, Coordenador do Grupo de Física Médica, Radiobiologia e Proteção Radiológica do Centro de Investigação do IPO-Porto, fez a abertura do evento seguindo-se duas apresentações por Joana Lencart, Diretora do Serviço de Física Médica do IPO-Porto que demostrou o porquê da dosimetria in vivo e como se pode aplicar na prática clínica. Luis Moutinho, CEO da NU-RISE, apresentou os resultados do projeto e evidenciou o futuro da dosimetria in vivo. No final, o evento foi marcado pela simulação um tratamento, com recurso a fantomas, na sala de tratamentos do Serviço de Braquiterapia, onde se demonstrou o funcionamento e as vantagens do dosímetro desenvolvido.

Destaca-se que, ao longo destes quase três anos, vários protótipos foram desenvolvidos e testados no IPO do Porto, de onde surgiram publicações que foram apresentadas internacionalmente na conferência anual da Sociedade Europeia de Radioterapia – ESTRO.

 

FCT distingue Centro de Investigação com classificação máxima

Para a Instituição este reconhecimento é o resultado da estratégia institucional que sempre apostou na investigação científica, seja através do investimento em profissionais qualificados como em equipamentos.

Fundação para a Ciência e a Tecnologia, a principal agência pública de apoio às atividades científicas em Portugal, esteve no Centro de Investigação do IPOP – reconhecido como unidade I&D desde 2004 – para avaliar a sua performance através do painel “Health Sciences – Clinical and Translacional Research”. #ipoporto #fct

 

Dia da Esperança | Movimento “Uma flor pela esperança”

A flor, que nasce na primavera, simboliza a esperança dos doentes oncológicos, de todos os que participam em ensaios clínicos, sendo ao mesmo tempo um agradecimento a todos os profissionais de saúde, familiares, amigos e cuidadores.

O “Dia da Esperança” é celebrado no IPO-Porto desde 2015 e, pela importância do tema, no ano passado, foi entregue uma petição na Assembleia da República com cerca de sete mil assinaturas para implementação do Dia Nacional da Esperança. Esta petição obteve parecer positivo, em unanimidade, na sessão plenária de 31 de janeiro de 2019. Neste momento já existe um projeto de resolução, subscrito pelos deputados do PS, PSD, CDS/PP e BE, que está apenas à espera de aprovação para ser promulgado em Diário da República. Esta é uma iniciativa do IPO-Porto que conta com o apoio da Roche Farmacêutica.

No ano em que o “Dia da Esperança” está a um passo de se consagrar “Dia Nacional da Esperança”, o IPO-Porto anuncia que, em 2018, mais de 400 pessoas participaram em ensaios clínicos nesta Instituição, o que representa um número recorde nos últimos cinco anos. Segundo Laranja Pontes, Presidente do Conselho de Administração do IPO-Porto, “é com muita satisfação que comunicamos este número, que espelha uma grande maturidade dos doentes e um grande compromisso de todos os profissionais de saúde, no sentido de assegurar o acesso e o desenvolvimento de novas terapêuticas no tratamento oncológico”. Este resultado é ainda mais significativo já que se enquadra no âmbito da iniciativa “Dia da Esperança”, que o IPO-Porto celebra a 20 de março, e que pretende divulgar a importância dos ensaios clínicos.

 

 

IPO-Porto reúne especialistas de Registo Oncológico do Norte

Este novo instrumento conhecido como projeto Odisseia possibilitará a obtenção de dados críticos para a gestão da doença oncológica e apoio aos doentes, familiares e investigadores.

O encontrou contou com mais de 60 profissionais de saúde.

 

Maria José Bento, diretora do Serviço de Epidemiologia, responsável pelo Registo Oncológico da Região Norte e promotora do encontro declarou: “Tivemos a oportunidade de discutir amplamente os dados de sobrevivência dos doentes com doença oncológica na nossa região, custos do seu tratamento, a incidência da doença oncológica por município, aspetos importantes do cancro da mama e estômago, e a situação atual do Registo Oncológico Nacional e perspetivas futuras.”

Laranja Pontes, presidente do IPO-Porto na sessão de abertura do encontro afirmou: “A colaboração entre as instituições de saúde é cada vez mais importante. Enquanto profissionais, temos grandes responsabilidades para com a comunidade e estes encontros reforçam todo o trabalho que se tem feito em prol da investigação da doença oncológica. O recurso ao digital e a implementação de uma rede de “networking” são as duas ferramentas essenciais para a evolução do conhecimento do cancro e para a tomada de decisões. Não podemos perder esta conexão”.

Showcooking de Natal

O IPO-Porto voltou a assinalar a época natalícia com uma semana de atividades especiais para o doente. Entre atuações musicais, teatro e iniciativas solidárias, a tradição e o sabor não foram esquecidos pelo Instituto que organizou, a 13 de dezembro, um showcooking pelas mãos do Chef Hernâni Ermida.

Nesta época do ano tão especial, é importante para o IPO-Porto continuar a criar uma forte ligação com o doente através de iniciativas que captem a essência do Natal e transmitam uma mensagem de apoio e esperança. É um orgulho contar com o envolvimento e a dedicação das empresas e da comunidade que tornam possíveis estes dias de celebração no Instituto”, afirma Laranja Pontes, presidente do IPO-Porto. 

Cerimónia Dia Internacional do Voluntariado

Dr. Guimarães dos Santos, primeiro presidente do IPO-Porto, foi também distinguido, com o prémio Prémio Nacional de Oncologia da LPCC – Artur Santos Silva. 

Um reconhecimento que dignifica todo o seu trabalho em prol da luta contra o cancro da mama e na área da gestão clínico-administrativa do Instituto. 

A cerimónia decorreu no dia 5 de dezembro, no auditório do Núcleo Regional do Norte da LPCC.

IPO-Porto integra conferência no Vaticano

Esta iniciativa juntou investigadores e líderes de organizações europeias de saúde para o debate de temáticas relacionadas com o impacto da pesquisa e da investigação do cancro na sociedade e, ainda, para a definição do próximo Quadro de I&D da União Europeia de apoio à luta contra o cancro.   

“A mission-oriented approach to cancer in europe: Boosting the social impact of innovative cancer research” foi a primeira conferência organizada pelo Vaticano sobre as policias europeias de ciência, nomeadamente os avanços na investigação oncológica e respetivo impacto na sociedade de hoje.